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| Divulgação |
Um conjunto formado por um pequeno chip emissor na forma de microfone, usado pelo professor, e um receptor para o aluno pode ser uma nova ferramenta para ajudar no aprendizado de estudantes com deficiência auditiva nas escolas públicas brasileiras. Inédita na rede pública, a experiência tem como objetivo ampliar ações de apoio a pessoas com deficiência.
A iniciativa é da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação e tem a participação inicial de 200 estudantes de 80 escolas das cinco regiões do país.
As escolas foram selecionadas pelas secretarias estaduais de educação. Cada instituição escolheu um professor que vai trabalhar com o equipamento. As unidades selecionadas, além de públicas, contam com salas de recursos multifuncionais implantadas, oferecem atendimento educacional especializado e têm, matriculados nos três anos iniciais do ensino fundamental, estudantes com deficiência auditiva usuários de aparelho de amplificação sonora ou com implante coclear.
A tecnologia utiliza o sistema de frequência modulada (FM) para filtrar a voz do professor e eliminar os ruídos da sala de aula, de maneira a potencializar a acessibilidade acústica dos usuários de aparelhos de amplificação sonora e implante coclear (dispositivo eletrônico, parcialmente implantado, para proporcionar sensação auditiva próxima à fisiológica).
Com investimento de R$ 1,5 milhão, a pesquisa sobre a nova tecnologia foi desenvolvida pela Secadi em parceria com o Laboratório de Estudos do Comportamento Humano da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e com a Universidade de São Paulo (USP), campus Bauru.
Fonte: www.jb.com.br


